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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Premiação de Blogs

Chegou o grande dia ....
é hoje saberemos quem são os blogs vencedores.
Não percam, Auditório da escola José Mendonça Virgulino âs 14:00h

segunda-feira, 13 de setembro de 2010



Poema Morada Nova - Melkezedeuky Batista


MORADA NOVA

Teu nome já te descreve
Velha nunca serás,
Do meu passado faz parte
E o meu futuro serás.

Desabrochando como uma rosa
Bela és tu Morada Nova.
Sua gente humilde
Luta por um futuro melhor.

Sem importar-se com a dor
Muitas vezes caminha só.
Feliz, feliz são os teus moradores
Que és testemunhas de muitos amores.
Melkezedeuky Batista Valentin
5ª série A

quarta-feira, 1 de setembro de 2010




 MEMÓRIAS DE UMA VIDA PASSADA

Alegre, simpática, paciente, sonhadora, foram as qualidades que conseguir atribuir a senhora Guilhermina, foi logo falando de sua vida com jeito especial, solto e envolvente, conseguindo aos poucos me fazer personagem de sua história.

“ Naqueles tempos a vida em Morada Nova era bem diferente da vida de hoje. As ruas tinham aspectos da cidades de faroeste. Existiam poucas casas e também poucos comércios, as ruas não eram asfaltadas e a energia era transmitida pelo gerador.

Na época do verão a poeira tomava conta da cidade, quase não dava para enxergar o telhado das casas. No inverno, meu Deus! Era lama para todo lado! As poucas casas feitas na rua da feirinha eram construídas em palafitas (casas feitas em cima de armações de madeira). Hoje as moradias não são tão rusticas, são bem mais bonitas e detalhadas.

Na rua do Murumuru ficava o posto de saúde. Tinha bares por todos os lugares, a delegacia infelizmente não mudou quase nada. Existiam também três ônibus e dois táxis que ajudavam a comunidade se deslocar para outros lugares.

A escola Pedro Peres ficava na avenida principal e era a única escola do bairro. Enfrentamos muitas dificuldades, principalmente com a energia.

Eu me lembro que no período da noite, se não tivesse óleo para abastecer o motor, não tinha aula. Havia um sinal que o motor seria desligado. A luz piscava três vezes, a primeira piscada era um sinal de alerta, a segunda era um sinal para os alunos concluírem suas atividades. Na ultima piscada alunos e professores tinham que se retirar da escola. Após 15 minutos a luz era desligada, dependendo da necessidade a escola trabalhava a lux de velas.

Uma coisa que mudou muito também foram as brincadeiras das crianças. Antigamente nós brincávamos de bandeirinha, casinha, pega-pega, salve latinha, jogo cemitério. Hoje as crianças preferem os jogos eletrônicos e a internet.

Eu me lembro também que na minha infância tinha o sonho de ser militar do exercito. Meu pai era da Marinha, todos os dias o via saindo para o trabalho e ficava imaginando como seria legal essa profissão. Mas a profissão de militar não era permitida para mulheres e meu sonho não pude realizar. Tempos depois as mulheres começaram a serem aceitas, mas a minha idade estava avançada para ingressar nesta profissão.

Hoje as mulheres conquistaram um espaço muito grande no mercado de trabalho e já exercem as mesmas profissões que os homens, desde as simples as mais complexas, vencendo dificuldades e preconceitos, tornando-se exemplo de superação”.

Quando me recordo das palavras da senhora Guilhermina, não consigo deixar de me projetar na sua memória, é como se eu desenhasse cada segundo de suas histórias em meus pensamentos voltando ao passado como se vivesse no presente.
(texto escrito por Thayrine Silva Matos
  7ª série E
com base no depoimento da
Srª Guilhermina Assunção de Melo
52 anos).

Crônica


CRÔNICA - É DE TODOS E NÃO É DE NINGUÉM



É DE TODOS E NÃO É DE NINGUÉM

Numa segunda-feira o secretário de obras chega em uma estrada de terra para vistoriar a pavimentação, falou com os operários, deu ordens, metas para a pavimentação e foi embora.
No outro dia voltou com o intuito de que os operários teriam cumprido as metas descritas por ele, mas a situação foi contrária, o serviço nem tinha saído do papel, o secretário virou uma fera.
- Josias, qual é a explicação para esse atraso na obra – falou o secretário gritando.
Josias era o mestre de obras, ele quem repassava as ordens para os operários.
- O que aconteceu? Peguntou o secretário.
- As máquinas quebraram – disse Josias.
- Se quebraram ontem à noite, como que já estão funcionando todas juntas? Perguntou o secretário.
- Quer dizer elas ficaram sem óleo, não foi Augusto? Disse o mestre de obras.
- Foi sim - afirmou Augusto.
- As máquinas só estão funcionando por causa do óleo que o senhor trouxe hoje secretário. - Disse Augusto.
Enquanto os funcionários trabalhavam o secretário se escondeu no mato e ficou prestando atenção no movimento.
Ao anoitecer o mistério do combustível foi descoberto, o “mestre de obras” era o culpado.
Depois da revelação do destino, o mestre de obras foi demitido por justa causa.
Apesar do crime a prefeitura não abriu inquérito. Por que Josias era um homem que trabalhou muito tempo lá. 

Paulo Maurício de SOuza Ferreira
8ª série B

terça-feira, 3 de agosto de 2010

            INDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE

1.Nome: Escola Pedro Peres Fontenelle
2. Data de criação: Criada em 17 de Agosto de 1971
3. Localização: Rua: Pedro Carneiro s/n Morada Nova –Marabá Pará
4. Clientela atendida: 08 turmas – 1º segmento
                                20 turmas- 2º segmento
                                07 turmas- EJA
5. Nome da equipe gestora:
Diretora: Lia dos Santos Sanches
Vice-diretora: Guilhermina Assunção de Melo Bezerra
Coordenadora pedagógica: Nilda Ferreira
Coordenadora pedagógica EJA: Eliane Alves Lopes
Secretaria: Lenilde da Silva Rodrigues

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

perfil

  A escola Pedro Peres Fontenele tem atualmente mais de 1200 alunos entre turmas do primeiro oitava série e Educação de Jovem e Adultos.